A administração municipal de Maringá promoveu na terça-feira, dia 28 de julho de 2026, um encontro público destinado a debater as mudanças propostas na Lei de Parcelamento do Solo. O evento, coordenado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maringá (Ipplam), contou com a presença de gestores públicos, profissionais especializados em urbanismo, vereadores e representantes da comunidade local.
Durante a sessão, a equipe técnica da prefeitura apresentou os pontos centrais da proposta legislativa, detalhando as modificações e justificativas para a atualização normativa. Os eixos principais da discussão incluíram a consolidação de um modelo urbano mais compacto e inteligente, com adensamento equilibrado, melhor aproveitamento da infraestrutura existente e otimização dos serviços municipais. Também foram abordadas questões relacionadas à qualificação do espaço urbano, valorização das áreas públicas geradas pelo processo de divisão de terras e inovações procedimentais para o parcelamento do solo.
A participação popular marcou presença significativa no encontro, permitindo que inscritos pudessem fazer uso da palavra, esclarecer dúvidas e apresentar contribuições sobre o projeto. Todas as manifestações registradas durante a audiência serão avaliadas pela equipe técnica do Ipplam e consideradas nos próximos passos da revisão legislativa, garantindo que sugestões e observações da sociedade influenciem a forma final do texto que será encaminhado aos vereadores.
O prefeito Silvio Barros reafirmou durante a sessão que a modernização da legislação urbana representa um investimento na segurança jurídica dos empreendimentos imobiliários e na ampliação do acesso aos serviços públicos nos futuros loteamentos, beneficiando principalmente a população de menor renda. Tânia Verri, à frente do Ipplam, ressaltou que a revisão acompanha o crescimento maringaense de maneira planejada e sustentável, fortalecendo a segurança institucional e a qualidade de vida urbana.
O processo reforça o compromisso da gestão municipal com a transparência administrativa e a construção participativa de políticas públicas. Após análise das contribuições coletadas, o Projeto de Lei será encaminhado à Câmara dos Vereadores para apreciação e votação, consolidando uma legislação alinhada aos desafios contemporâneos do desenvolvimento urbano maringaense.