O postulante ao cargo de governador estadual pelo PL, Sérgio Moro, expressou apoio às comunidades paranaenses afetadas pelas precipitações intensas e inundações que ocorreram no fim de semana. Conforme dados da Defesa Civil, a catástrofe climática atingiu 21 mil habitantes distribuídos em 71 cidades diferentes do estado. O político aproveitou a ocasião para anunciar seu compromisso com ações estruturantes caso vença as próximas eleições.
Os números relacionados aos danos são alarmantes. Aproximadamente 2,5 mil indivíduos precisaram abandonar suas residências, enquanto 2,8 mil imóveis sofreram prejuízos variados. O Vale do Ribeira concentra os piores impactos, com três pessoas ainda desaparecidas. Equipes do Corpo de Bombeiros prosseguem em operações de busca na região. Além disso, deslizamentos de terra provocaram fechamento total da BR-476 próximo a Adrianópolis, comprometendo a circulação de veículos.
Durante suas manifestações públicas, Moro reconheceu a atuação dos profissionais envolvidos nas ações emergenciais. Mencionou explicitamente o trabalho realizado pela Defesa Civil, bombeiros militares e demais servidores públicos que se dedicam ao atendimento e redução de danos. Esse reconhecimento integra sua postura de valorizar a atuação estatal em momentos críticos.
A proposta do candidato contempla a elaboração de um plano estadual voltado para intervenções de natureza estrutural que minimizem riscos de inundações e protejam populações em áreas de vulnerabilidade. Ele referenciou expressamente o caso de União da Vitória, município que enfrentou enchente grave em 2023 e novamente entrou em estado de alerta. Conforme sua visão, soluções efetivas emergem da liderança governamental comprometida em encontrar respostas adequadas.
Na mesma segunda-feira (14), Moro participou de encontro na Associação Comercial do Paraná em Curitiba, acompanhado pelo candidato a vice-governador Edson Vasconcelos. No evento, recebeu documento com agenda do segmento empresarial e subscreveu termo de compromisso institucional. O postulante defendeu gestão orientada por critérios técnicos, redução de entraves administrativos e intercâmbio contínuo com setor produtivo, entidades representativas e organizações sociais. Adicionalmente, propôs medida de modernização administrativa denominada “choque de eficiência”, que abrangeria diminuição de secretarias, eliminação de procedimentos obsoletos e potencialização dos serviços ao cidadão.