Os cemitérios Municipal e Parque de Maringá passaram por operação de controle de vetores nesta segunda-feira, 26 de outubro. O procedimento integra as ações preventivas que a Secretaria de Saúde intensifica no período que antecede o feriado de Finados, quando a circulação de pessoas aumenta significativamente nos espaços.
A expectativa é de que entre 80 mil e 90 mil visitantes compareçam apenas ao Cemitério Municipal durante os dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro. Diante desta demanda, a administração municipal reforça os trabalhos de higiene e prevenção de doenças transmitidas por insetos nos locais. O serviço de pulverização foi conduzido por agentes da pasta de Saúde com equipamentos costais, realizado no início da manhã quando as condições atmosféricas favorecem a efetividade do processo.
O produto utilizado é o Cielo-ULV, formulação com comprovada eficácia no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue. Conforme informações oficiais, o inseticida não apresenta odor intenso e não causa danos à saúde humana. O horário matutino de aplicação coincide com o pico de atividade do vetor, potencializando os resultados da operação.
Além da borrifação preventiva, agentes de combate às endemias estarão presentes no Cemitério Municipal durante o Dia de Finados para orientar visitantes. O trabalho focará em instruções sobre o posicionamento adequado de vasos com flores nos túmulos, evitando o acúmulo de água que funciona como criadouro do mosquito transmissor. Os profissionais atuarão junto à entrada do espaço para facilitar o atendimento aos frequentadores.
Conforme dados da Secretaria de Saúde, Maringá registra 186 casos confirmados de dengue este ano, número considerado sob controle pela administração. Mesmo assim, as autoridades ressaltam a importância da vigilância contínua. A Prefeitura desenvolve ações rotineiras de pulverização e instalação de armadilhas, mas enfatiza que o engajamento comunitário é fundamental para eliminar potenciais focos de reprodução do inseto, como acúmulo de lixo e materiais que retenham água. O combate à doença é descrito como responsabilidade permanente e coletiva.