O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) realizou, na tarde do sábado 3 de outubro, a cerimônia de emissão do Relatório Zerésima da Eleição Geral Federal 2026 (1º turno) e das Eleições Estaduais 2026 (1º turno) no Sistema de Gerenciamento da Totalização (SISTOT). O procedimento aconteceu na sala B218 da Secretaria de Tecnologia da Informação (SECTI) e contou com a participação de autoridades eleitorais da instituição.
O evento foi presidido pelo desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza, presidente do TRE-PR, e coordenado pelo desembargador Fernando Antônio Prazeres, vice-presidente e corregedor da corte, que também preside a Comissão Apuradora das Eleições 2026. A cerimônia integra um processo que começa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), seguindo para os Tribunais Regionais Eleitorais e depois para as Zonas Eleitorais em todo o país.
A cerimônia de zerésima funciona como comprovação oficial de que o sistema de totalização não possui nenhum voto registrado em seu banco de dados. Segundo informações do magistrado responsável, o procedimento garante que os dados só serão alimentados no SISTOT após o encerramento da votação, marcado para as 17 horas do domingo 4 de outubro. Esse processo reforça a transparência e segurança dos procedimentos eletrônicos adotados nas votações brasileiras.
É importante diferençar o Relatório Zerésima do SISTOT de outro documento também conhecido como zerésima. Enquanto a zerésima do sistema de totalização atesta a ausência de votos no servidor central de apuração, cada urna eletrônica emitirá seu próprio relatório zerésima nos locais de votação a partir das 7 horas do domingo. Este segundo documento comprova que as máquinas de votação estão zeradas e prontas para receber os votos dos eleitores durante o processo eleitoral.
O procedimento realizado no TRE-PR segue os protocolos de segurança estabelecidos pela Justiça Eleitoral brasileira e reafirma o compromisso com a transparência dos processos eletrônicos de votação. A emissão da zerésima é uma etapa fundamental antes de qualquer pleito, garantindo que os sistemas estejam preparados e sem registros prévios que pudessem comprometer a integridade do processo eleitoral.