O Festival MADA (Música Alimento da Alma) finalizou sua 28ª edição no domingo, dia 18 de outubro, consolidando-se como um dos principais eventos do segmento musical nordestino. Realizado nos dias 16 e 17 na Arena das Dunas, em Natal, o evento atraiu aproximadamente 40 mil participantes durante os dois dias de apresentações, reafirmando sua importância para o cenário cultural e econômico do Rio Grande do Norte.
A programação trouxe mais de 30 atrações que representaram diversos segmentos da música brasileira contemporânea. O lineup incluiu nomes consolidados como Zeca Pagodinho, Emicida, Marina Sena e BaianaSystem, além de representantes de vertentes como reggae com Tribo de Jah com Célia Sampaio, rap eletrônico com Luiz Lins, pop moderno com Nanda Tsunami e a presença de Gaby Amarantos e Duquesa. A curadoria abrangeu também artistas emergentes das cenas locais e expressões contemporâneas, característica que marca historicamente o festival.
A diversidade de estilos musicais foi distribuída entre diferentes palcos e formatos de apresentação. Samba, rap, pop, reggae e eletrônico coexistiram na programação, proporcionando espaço tanto para consagrados nomes da indústria musical quanto para novos talentos e expressões artísticas em desenvolvimento. Essa pluralidade artística caracteriza o diferencial do MADA no circuito de grandes eventos.
Do ponto de vista econômico, o festival movimentou significativamente a cadeia produtiva local. A geração de aproximadamente 1.300 postos de trabalho, entre posições diretas e indiretas, beneficiou profissionais de múltiplos segmentos: produção técnica, comunicação, alimentação, transporte, hospedagem, turismo e diversos serviços complementares. Esse impacto demonstra a capacidade de eventos de grande porte em alavancar oportunidades para diferentes categorias profissionais.
A realização do MADA na Arena das Dunas também contribuiu para posicionar Natal como destino estratégico no circuito de eventos musicais de relevância nacional. A consolidação dessa posição amplia a visibilidade do Rio Grande do Norte no mercado de turismo cultural, atraindo visitantes e gerando retornos econômicos que transcendem o período do evento, beneficiando toda a região norte.