A mostra Primavera Encantada: Natureza Gigante, instalada no Parque do Ingá em Maringá, chega ao final de sua programação este fim de semana. O espaço funciona até 27 de outubro, com funcionamento de segunda a domingo, das 8 horas às 17 horas. Durante todo o período de exibição, a exposição conquistou mais de 80 mil visitantes, consolidando-se como atração de grande interesse para a comunidade local.
A experiência oferecida pela mostra combina entretenimento, aprendizado ambiental e conhecimento sobre a biodiversidade regional. Desde sua abertura, aproximadamente 510 alunos pertencentes à rede municipal de ensino de Maringá tiveram a oportunidade de vivenciar o espaço de forma pedagógica e interativa. Nesta última semana, instituições educacionais aproveitam os últimos dias disponíveis para levar seus estudantes à exposição.
Na sexta-feira, dia 23, a Escola Municipal Paulo Freire mobilizou 75 de seus alunos para conhecer as réplicas de insetos e aracnídeos em tamanho gigante. As crianças interagiram com estruturas que possuem movimento e produzem sons, além de observar a fauna presente no Parque do Ingá, como os primatas que habitam o local. A vivência proporcionou momentos de aprendizado lúdico e contato direto com elementos da natureza.
A iniciativa conta com o apoio pedagógico de educadores que reconhecem o valor transformador dessa abordagem. A equipe da Secretaria de Educação de Maringá compreende que experiências em espaços como o Parque do Ingá amplificam o conhecimento desenvolvido em sala de aula, despertando curiosidade nos estudantes e aproximando-os de questões ambientais de forma concreta e observável. Esse método educacional favorece questionamentos e compartilhamento de aprendizados entre alunos.
Segundo o Instituto Ambiental de Maringá, responsável pela curadoria, a proposta central da exposição reside em modificar a perspectiva dos visitantes sobre a natureza. Ao ampliar as dimensões dos organismos pequenos, torna-se possível revelar características e detalhes frequentemente imperceptíveis ao olho humano em condições normais, além de reforçar a relevância de cada espécie para a manutenção do equilíbrio ecológico e da biodiversidade regional.