O Tribunal de Justiça do Paraná finalizou na terça-feira (6 de outubro) o julgamento dos três denunciados pelo homicídio do vigilante Igor Artigas, crime que ocorreu em fevereiro de 2019. O processo foi conduzido no Fórum de Maringá, onde o júri apresentou suas decisões condenatórias para todos os acusados envolvidos no caso.
Alessandro da Silva Riguetto recebeu a condenação mais severa, com 24 anos de encarceramento em regime fechado. Seu irmão, Leandro da Silva Riguetto, foi condenado a 22 anos na mesma condição. Os dois foram identificados pelas investigações como responsáveis pelos disparos que resultaram na morte da vítima. As sentenças proferidas pelos jurados ainda permitem apresentação de recursos junto aos tribunais superiores.
João Alencar Jácomo, terceiro réu do processo, recebeu condenação a 13 anos de reclusão em regime fechado. Conforme apurado pela Polícia Civil à época dos fatos, Jácomo teria atuado como motorista do automóvel Honda Fit utilizado durante a ação criminosa. Todos os três permanecem submetidos à mesma modalidade de cumprimento de pena.
O vigilante Igor Artigas foi vítima de disparos de arma de fogo enquanto pilotava motocicleta em uma rotatória localizada na Avenida Carlos Borges, em Maringá. Conforme as investigações conduzidas à época, o crime teria origem em uma desavença anterior entre a vítima e os irmãos Riguetto. Os três acusados foram localizados dias após o ocorrido, estando no veículo utilizado na fuga.
O caso marca mais uma conclusão processual importante para o sistema de justiça maringaense, demonstrando o andamento dos procedimentos criminais na comarca. A possibilidade de interposição de recursos permite que a defesa busque revisão das condenações junto aos tribunais de segunda instância, mantendo o processo sujeito a futuras alterações.